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Lançamento 4 amigos |
Trajetória
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Leia aqui o 2º capítulo do
livro
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Primeiro Volume
A Flauta e o Tempo – o encontro com Margaret Mee
Os quatro amigos são apresentados com suas características
marcantes. Júlia tinha idéias fantásticas; Pedro tocava flauta e
gostava de ler; Carlos gostava de bichos e tinha mania de colher
insetos e André possuía uma extrema sensibilidade, sendo capaz
de pressentir acontecimentos futuros. Todos eram amigos e
moravam em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. O charmoso bairro de
Santa Teresa não serve apenas de pano de fundo da história, como
é palco de alguns episódios. A disposição do bairro é destacada,
tanto por suas ladeiras, quanto pelo fato de suas casas e
prédios ficarem abaixo do nível da rua. Os personagens andam de
bondinho e alguns logradouros culturais são mencionados, como o
Museu da Chácara do Céu. |
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A turma gostava de se reunir na torre de um castelo. Era de lá
que eles partiam para suas aventuras, geralmente explorando o
próprio bairro. Naquele dia, eles decidiram conhecer a casa onde
Margaret Mee tinha morado e saíram para a visita assim que Pedro
tocou sua flauta. Logo estranharam alguns fatos, como a mudança
do zelador do castelo, a reclamação do cobrador do bondinho, não
reconhecendo o dinheiro com que lhe pagaram a passagem, e os
carros antigos que circulavam pelas ruas. Chegaram à conclusão
de que estavam alguns anos antes de seu tempo, e que a flauta
tocada por Pedro tinha sido responsável por isso. Pedro levantou
a possibilidade de a flauta ter os mesmos poderes daquela
utilizada pelo Príncipe Tamino, na Flauta Mágica de Mozart.
Essa possibilidade de passagem pelo tempo é um tema que sempre
encanta e provoca os maiores sonhos.
Enfim, os garotos encontraram Margaret Mee em sua própria casa
e, conversando com ela, descobriram que estavam 28 anos antes de
sua época, isto é, no ano de 1970. Margaret Mee contou um pouco
de sua história, desde sua infância na Inglaterra, sua paixão
por livros de aventuras, até seu interesse em desenhar e pintar
flores. Ao voltarem para 1998, os garotos descobriram que havia
se passado pouquíssimo tempo (presente) durante as quatro horas
de estadia no ano de 1970. Aproveitando este aspecto, Margaret
Mee convidou-os a participar de uma excursão ao norte da
Amazônia. E aí começa uma nova aventura...
Parecer de Leitura elaborado pela AMS
Agenciamento Artístico e Literário – Ana Maria Santeiro |
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Leia aqui o 1º capítulo do
livro
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Segundo Volume
Na Floresta Amazônica com Margaret Mee
A Amazônia, referência mundial de popularidade, paraíso dos
naturalistas e dos viajantes, convida você para uma caminhada ao
sonho e ao som de uma flauta mágica.
Lêda Maya embarca no mesmo avião de Margaret Mee e seus quatro
amigos do bairro de Santa Teresa: um cunhã e três curumins.
Traduzido do “nheengatu” amazônico: uma menina e três meninos –
Júlia, Pedro, Carlos e André. Aí o avião pousa das nuvens para o
chão e acontecem em 15 episódios as aventuras da descoberta
daquele mundão repleto de histórias e encantarias.
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Lêda Maya fala, com amor, de Margaret Mee, a notável aquarelista
e viajante. Sou tentada a juntar na mesma canoa outras mulheres
que tanto viajaram pelos rios amazônicos – Elizabete Agassis,
Otília Coudreau, Emília Snethlage – para formar o quarteto de
mulheres fantásticas que se encantaram na Amazônia e
transformaram-se em outras tantas iaras, mito e memória do
caboclo.
Abrir os olhos, meninos, é ver para crer aquela grandeza tão
grandiosa, disse Mário de Andrade, que só podemos
monumentalizá-la na inteligência. Convite de Lêda Maya.
Vicente Salles
Antropólogo, folclorista, sociólogo e musicólogo
Texto elaborado para a quarta capa do livro |
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Leia aqui o 1º capítulo do
livro
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Terceiro Volume
A Rabeca do Salu
A Rabeca do Salu nos leva por uma narrativa saborosa à fantasia
dos quatro amigos.
Em clima de férias, há uma visita a um engenho e o conhecimento
de manifestações populares (maracatu, pastoril, mamulengo e
ciranda), tendo como elo Salu, menino rabequeiro, e Cotinha, a
menina Bibi. A autora homenageia o Mestre Salustiano, uma das
maiores autoridades em Cultura Popular Pernambucana, e Cotinha,
da família Santos Dias, nascida no Engenho Jundiá, na zona do
litoral pernambucano.
Nayran Pessanha
Músico da OSB e do Quarteto de Cordas da UFF
Texto elaborado para a quarta capa do livro
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